Crescendo com a diferença

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A sociedade tem visto escolas negarem às crianças com deficiência o direito de estudar. Quando fazem isso, elas impedem que os demais alunos convivam - e aprendam - com a diversidade humana.

Fonte: Revista Sentidos - Reportagem: Adriana Perri Foto: Fábio Braga

 

Amigas em tempo integral, as meninas se falam pelo Messenger até a hora de dormir

Todos os dias, a rotina se repete. Tirar as irmãs Susanna, 13 anos, e Sophia Bernardi, de 10, da frente do computador onde, à noite, ficam conectadas com as amigas pelo programa de comunicação instantânea Messenger em conversas "importantíssimas", exige paciência e estratégias.

 

Carla, a mãe que trava tais batalhas, diz que é necessário colocar limites de horário. As meninas acordam às 6 horas da manhã para ir à escola. Mas a tarefa não é fácil. A favor de Carla, a certeza de que a cena acontece tal e qual nas casas de amigas e o horário da novela preferida, Rebelde, do SBT - a febre do momento entre adolescentes -, que passa mais cedo e não concorre com a hora do sono.

 

Este foi um ano de grandes mudanças para Susanna e seus colegas da 5a série do ensino fundamental. Sem a presença tranquilizadora do professor tutor, eles tiveram de aprender a lidar com a agenda das diversas matérias e as novas responsabilidades escolares. Certo dia, Susanna chegou em casa e desabafou sobre as muitas tarefas que tinha pela frente. "Me diga se isso tudo é lição para quem tem síndrome de Down!" A queixa dos colegas de classe é semelhante, excetuando a menção à síndrome. Apesar de o ingresso numa fase avançada dos estudos trazer status para as crianças que desejam mais autonomia e respeito, a transição para o segundo ciclo do ensino fundamental exige maturidade, organização e disciplina dos alunos.

Uma das preocupações da direção da escola, o Colégio Friburgo - instituição particular da zona Sul de São Paulo onde Susanna estuda desde a educação infantil - foi em relação à adaptação dela e de outro colega de classe que tem síndrome de Cohen (suspeita) com a nova estrutura. Depois de vivenciar a experiência com outros alunos - com e sem deficiência - e sabedores das dificuldades dessa etapa, a direção decidiu manter a coordenadora pedagógica que os acompanhou da 1ª a 4ª série também na quinta. Esse ponto de apoio familiar se mostrou uma solução boa para todos. Não só para os alunos com deficiência. O rendimento da turma superou as expectativas e foi menos traumático porque tinham uma pessoa conhecida a quem recorrer nos momentos de dúvida e para pedir ajuda diante de tantas novidades.

"Quando pergutam se acredito na inclusão de todas as pessoas, digo que sim! Porque eu acredito em gente." Carla, mãe de Susanna (foto)

"Quando pergutam se acredito na inclusão de todas as pessoas, digo que sim! Porque eu acredito em gente."
Carla, mãe de Susanna (foto)

As escolas que reconhecem o direito de crianças com deficiência à escolaridade estão indo além de desafiar paradigmas arraigados na sociedade. Abertas à evolução, elas descobrem na diversidade uma grande riqueza para o avanço escolar.

Segundo a coordenadora pedagógica do Friburgo, Eni Gouvêa Spimpolo, há duas décadas o colégio vem estudando metodologias e novas didáticas para oferecer educação de qualidade. O primeiro passo para isso foi reconhecer que todos são diferentes e aprendem à sua própria maneira. "Enfrentamos preconceitos e avançamos muito. Nosso olhar é inclusivo e isso não se resume a crianças com deficiência. Trabalhamos com todas as crianças, com a vida como ela é. Porque a escola não prepara para a vida. A escola é a vida." Mesmo assim, pais e mães ainda ouvem negativas de muitas escolas quando tentam matricular seus filhos com deficiência. Especialmente quando se trata de crianças com deficiência intelectual. Segundo estudiosos da inclusão, as crianças com deficiência mental ainda são as que mais sofrem recusas.

Sérgio Quintanilha, 41 anos, não freqüentou escola nem pôde trabalhar por ter síndrome de Down. Apesar do apoio e da vontade dos pais, 30 anos atrás as escolas não enxergavam possibilidades de ele ser incluído. A mãe, Dina, cansou de ser questionada sobre o motivo de ela querer que o menino aprendesse a ler. "Sempre acreditei na capacidade dele."

Diante das recusas, contratou uma professora particular que ensinou o filho a ler e escrever, além das operações matemáticas, em casa. "Naquela época não se falava em inclusão", afirma Dina. Hoje, Quintanilha frequenta o Centro Sócio-Ocupacional Zequinha (CSOZ), da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo (Apae-SP), onde poderá amadurecer com bem-estar, atividades e amigos. Algo essencial. Ele não sai de casa sem ter lido o jornal do dia. "Gosto de me informar sobre esportes, música e política", conta Sérgio, a quem disseram não ser possível alfabetizar e que só pôde freqüentar escolas especiais, onde fez exercícios de coordenação e aprendeu atividades de vida diária e higiene. Parece muito pouco para quem sempre mostrou o desejo de ler, escrever, trabalhar e ser útil.

A leitura também é uma das preferências de Susanna, incluída na escola e que dá conta de todas as disciplinas. Como os demais alunos, ela elege suas preferidas: português, geografia e ciências. Em casa, ela tem uma biblioteca, com cerca de 40 títulos, de que tem orgulho - e de onde tira livros para emprestar às amigas. Com elas, compartilha gostos, ídolos, ideais de sua geração. Elas vão ao shopping center, ao cinema, às primeiras baladas. É a vida, como lembrou Eni e já ensinava Paulo Freire (1921-1997), educador reconhecido mundialmente por sua prática e métodos educativos (entre eles a pedagogia do oprimido). "A leitura do mundo e a forma de escrevê-lo ou de reescrevê-lo, de transformá-lo através da nossa prática consciente, precede sempre a leitura da palavra."

"Entendo os não das escolas como 'não temos tempo para receber uma criança deficiente, não estamos aptos para cumprir a Constituição, não somos capazes de rever nossos conceitos pedagógicos e ensinar'." Cristiane, mãe de Livia (foto)

"Entendo os não das escolas como 'não temos tempo para receber uma criança deficiente, não estamos aptos para cumprir a Constituição, não somos capazes de rever nossos conceitos pedagógicos e ensinar'."
Cristiane, mãe de Livia (foto)

Que leitura fazem do mundo as crianças que são recusadas em uma escola por causa de sua deficiência? Livia Roncon Freitas, 8 anos, tem síndrome de Down e teve sua matrícula negada, há 2 anos, pela escola onde o irmão mais velho estudava. A família decidiu processar a instituição por danos morais. No início de novembro, o processo ganhou as páginas dos jornais porque o juiz deu ganho de causa à Nova Escola (que, na audiência, declarou ainda não estar preparada para a inclusão - mesmo passados 2 anos) e proferiu sentença afirmando não existir no ordenamento jurídico regra que obrigue escolas particulares a matricular pessoas com deficiência. Apenas a rede pública estaria obrigada a recebê-las.

O assunto, como era previsível, foi comentado pelos colegas de Livia, que estuda na 1ª série de outra escola particular de São Paulo (a Escola da Vila). Procurada pela reportagem de Sentidos, a escola disse preferir não se pronunciar oficialmente sobre o assunto. Segundo a mãe da garota, Cristiane, a professora perguntou a ela se gostaria de colocar o assunto em uma das rodas de discussão que são propostas regularmente em sala de aula. Livia aceitou. No debate, as crianças colocaram suas próprias diferenças pessoais, concluindo que elas também poderiam ser recusadas - em razão de, em nenhum momento, terem considerado a síndrome de Down um impedimento para que Livia estivesse ali.

A menina surpreende a mãe a cada dia com ganhos de aprendizado e está tão integrada que a festa de seu aniversário aconteceu em conjunto com outras três meninas da classe, em um buffet infantil enfeitado com Barbie, a boneca preferida das garotas. No álbum, fotos das amigas juntas em um momento único, para não guardar apenas na memória. "Será que mantenedores e diretores de escolas particulares terão de ter familiares com deficiência para que seus olhares se transformem, para que consigam enxergar, acreditar e apostar nas potencialidades antes das deficiências?", pergunta Cristiane, que afirma ter encontrado apoio para superar a rejeição no Grupo 25 e Escola de Gente, organizações não-governamentais (ONGs) que defendem educação de qualidade para todos e também promovem encontros e workshops para professores e escolas.

Pais e mães sentem necessidade de buscar apoio para fortalecerem a crença nas possibilidades de seus filhos. Na Internet, há exemplos de grupos de discussão que debatem o assunto. Um deles, o grupo Síndrome de Down, tem cerca de 1.200 participantes - de estados brasileiros e também dos Estados Unidos, Canadá, Portugal, Itália e Japão. Outro, o Fórum Permanente de Educação Inclusiva, reúne cerca de 600 pessoas, a maioria educadores da rede pública, universidades e ONGs. O moderador dos grupos é o consultor em marketing Fábio Adiron, pai de uma criança de 7 anos com Down. Para ele, a questão continua complicada. "As escolas procuram, de forma indireta, recusar crianças com frases que soam como chantagem emocional. Coisas do tipo: 'não sei se os professores vão saber cuidar do seu filho'. O que, obviamente, desanima qualquer pai a matricular o filho na instituição." Elas acreditam mesmo estarem agindo com responsabilidade?

"Cheguei na escola com muito medo porque parecia que a Ju não seria bem-vinda em nenhuma. Mas ela foi acolhida e está sendo alfabetizada. É uma vitória!" Marta, mãe da Juliana

Sobre a sentença do caso de Livia, que gerou polêmica e moções de repúdio da sociedade e orgãos de defesa de direitos, a procuradoria-geral de Justiça do Estado de São Paulo interveio. O caso está sendo acompanhado pelo Centro de Apoio das Promotorias Cíveis, do Idoso e da Pessoa com Deficiência, já que a família de Livia recorreu da sentença. A procuradora da Justiça do Ministério Público de São Paulo e coordenadora do Centro de Apoio, Vânia Balera, afirma que, independentemente do mérito da ação (danos morais), a intenção do ministério é levar a questão, que é constitucional, ao Supremo Tribunal Federal.

A Constituição de 1988 garante, em seu artigo terceiro, o direito a uma sociedade livre, justa e igualitária, proibindo quaisquer formas de preconceito. "Preserva a dignidade humana acima de tudo", diz Vânia. "Nada mais segregador que privar as crianças da rede particular de ensino da convivência com a diversidade. E as escolas não estão aí só para lucrar, elas têm um papel social compartilhado com o poder público." O presidente da Apae-SP, também procurador da Justiça, Fábio Bechara, ressalta que não se reivindica a inclusão do dia para a noite. "Queremos que todas as escolas instituam projetos pedagógicos para a prepararação desse cenário inclusivo." Hoje, 70% das crianças de até 2 anos que passam por estimulação precoce na Apae-SP são incluídas nas creches e só utilizam os serviços de apoio da associação.

Enquanto o Ministério da Educação prepara 2 mil escolas públicas em todo o país, com treinamento para cerca de 30 mil professores visando aperfeiçoar a forma de trabalho com alunos que têm deficiência visual, auditiva, síndrome de Down e outras deficiências, nas escolas particulares isso acontece de maneira irregular. Algumas demonstram interesse, outras apresentam resistência à nova visão educacional mundial - de inclusão.

Por outro lado, é animador encontrar escolas que foram concebidas com essa visão, como a Escola da Ilha, em Florianópolis (SC). Fundada em 1989, pela pedagoga e mestre em psicologia Lilia D'Albertas, ela se baseia no princípio simples de que todos alunos precisam de atenção e estímulo - e que cada um é diferente do outro. Quando a escola cresceu e precisou de uma nova sede, rampas e banheiros adaptados estavam no projeto que foi concluído no ano 2000. "Interessante que até o momento não tivemos alunos com deficiência física para beneficiarem-se da arquitetura inclusiva", conta a diretora da escola, a pedagoga Rebecca Garcia, que tem alunos com deficiência em mais da metade das salas da educação infantil ao ensino médio. "Para o grupo, a convivência é muito positiva. O aprendizado fica mais rico."

Juliana (no centro) e amigos do Apoio à Inclusão, da Apae-SP, que se encontram todas às quintas-feiras. No Colégio Evolução, ela tem muitos outros amigos - com a vantagem de poder vê-los todos os dias

Instituições especializadas oferecem diversos serviços para capacitação e orientações às escolas e, aos estudantes, atendimento educacional especializado por meio de Libras, braile e adaptação de materias escolares, entre outros (veja quadro nesta reportagem). Marta Fernandes leva Juliana, 6 anos, todas às quintas-feiras à tarde ao atendimento do Serviço de Apoio à Inclusão da Apae-SP. A menina estuda, no período da manhã, em um colégio particular (o Evolução), na zona Leste de São Paulo. As professoras da escola e da Apae mantêm uma agenda com avaliações e orientações que mãe leva e traz a cada semana. Marta se diz satisfeita com o desenvolvimento da filha, que, assim como Livia, foi recusada na escola das irmãs mais velhas. "Eles duvidaram da capacidade dela de aprender. Disseram até que ela não seria feliz ali porque não acompanharia a turma. Sei das limitações dela, mas não é justo que seja punida ficando fora da escola", diz Marta.

A psicóloga Valéria Milhare, da Apae, explica que a atuação é feita de acordo com as necessidades de cada criança. No caso de Juliana, a professora da Apae faz uma adaptação curricular dos conteúdos e temas propostos na escola. "O objetivo geral é igual ao da turma, os específicos são diferenciados." Juliana trabalha com letra de forma, enquanto a classe começa a usar a letra cursiva. Em vez de destacar frases, a professora destaca palavras chaves, letras, sílabas. "Sempre com a turma e o mesmo material. Essa parceria é importante", lembra Valéria.

A Escola da Ilha e o Colégio Friburgo se valem de estratégias semelhantes. Trabalham com metas e critérios para que sejam alcançadas. A avaliação é constante. No fim de cada bimestre ou trimestre, os avanços e o grau de dificuldade de cada um são mensurados para saber se as metas serão mantidas ou revistas.

O sistema inclusivo privilegia a participação dos alunos. O conhecimento prévio do aluno é valorizado e ele é estimulado a ajudar quem sente dificuldade. O planejamento pedagógico é feito pela professora e a pedagoga. No caso de alunos com deficiência, é orientado por uma assessoria psicopedagógica, que pode ser de profissionais que acompanham a criança ou da instituição. "A escola que só trabalha com a chamada elite intelectual, na qual a criança tem de provar o tempo todo seu direito de estar ali, trabalha com a exclusão", afirma Eni.

Para o coordenador do Laboratório de Estudos Inclusivos da Universidade Federal de Pernambuco e doutor em educação inclusiva, Francisco Lima, pessoas com deficiência têm direito à educação, assim como as demais. Podem estudar em qualquer escola, pública ou particular. "A inclusão não é algo pronto e acabado. É uma constante construção de cidadania, dignidade e respeito entre as pessoas." Recentemente, o educador deu um parecer sobre um estudante cujos pais moviam um processo contra uma escola pública federal. O aluno, com hiperatividade, considerava que sua reprovação na 6a série do ensino fundamental era injusta. Além de ganhar a causa - e a promoção à série seguinte -, teve ele reconhecido na Justiça o direito de apoio educacional especializado. Para Lima, as escolas devem buscar modelos de avaliação condizentes com o aluno real e não com um aluno imaginário. "Para atender bem a cada um de seus alunos, a escola deverá transformar-se ."

COMO MUDAR A ESCOLA

Segundo o coordenador do Laboratório de Estudos Inclusivos da UFPE, Francisco Lima, a escola deve assumir essas atitudes:

  • Prática inclusiva e disposição para mudar, respeitando os alunos com todas as suas peculiaridades;
  • Fornecer aos professores capacitação para suprir as necessidades e lacunas, dentro de uma formação educacional para a diversidade;
  • Ensinar a todos sem distinção e sem homogeneizar;
  • Não adotar a discriminação como ato educacional;
  • Educar com o conceito de cidadania e dignidade presentes na Constituição;
  • Crianças com deficiência devem ser tratadas como as sem deficiência.

"Podemos alcançar esses objetivos através da educação e de uma consciência inclusiva, assim como se desenvolveu nas crianças uma consciência ecológica", diz Lima.

A acessibilidade arquitetônica deve ser promovida para autonomia e independência de quem tem deficiência física. Para outros recursos materiais, deve-se solicitar apoio de instituições especializadas caso a escola não disponha deles. Para cegos: máquina Perkins, computador com programa de leitura de tela, soroban, regletes, e professor que ensine a criança a usá-los - assim como um professor de Libras, de preferência surdo, para os alunos com deficiência auditiva. Professor de sala comum não é substituível pelo do atendimento educacional especializado e vice-versa. Seus papéis são diferente.

ESCOLAS

A reportagem de Sentidos perguntou a escolas particulares consideradas referência em educação de qualidade se possuem alunos com deficiência em suas classes regulares - e se aceitam novas matrículas. As escolas foram selecionadas com base em ranking da revista Veja com as 50 melhores de São Paulo, 30 do Rio de Janeiro e 20 de Recife, de 2001, feito a partir de pesquisa do Instituto Ipsos Marplan. Figuram, ainda, na lista de melhores escolas de São Paulo o Colégio Friburgo e a Escola da Vila, citados nesta reportagem. As escolas de Brasília e Curitiba foram indicadas por fontes locais ligadas à educação inclusiva.

BRASÍLIA

Centro Educacional Sigma
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência mediante avaliação da coordenação pedagógica.
Tel: (61) 3346-3232 - www.sigma.g12.br

Colégio Leonardo da Vinci
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência mediante avaliação da coordenação pedagógica. São 3 unidades.
Confira os telefones em www.leonardodavincidf.com.br

Colégio Marista João Paulo II
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência.
Tel: (61) 3426-4600 www.maristas.org.br/colegios/site.asp?cod=3

CURITIBA

Colégio Bagozzi
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência.
Tel:(41) 3026-2144 - www.bagozzi.edu.br

Colégio Bom Jesus
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência mediante avaliação da coordenação pedagógica.
São 6 unidades em Curitiba e mais 11 em outras cidades. Confira os telefones em www.bomjesus.br

Além destas, oferece a Escola Especial, desde 1983, para atender a crianças e jovens com necessidades especiais que, em alguns casos, podem assistir às aulas e desenvolver atividades junto com o regular. Tel: (41) 2105-4600

Colégio Medianeira
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência.
Tel: (41) 3218-8000 - www.colegiomedianeira.com.br

Colégio Positivo
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência mediante avaliação da coordenação pedagógica.
Tel: (41) 3360-1900 - www.positivofundamental.com.br

RECIFE

Colégio Boa Viagem
Procurada pela reportagem, a direção disse preferir não se pronunciar oficialmente sobre o assunto.
Tel: (81) 3465-4444 - www.cbvweb.com.br

Colégio Neo Planos
Possui um aluno com deficiência. Não aceita novas matrículas de alunos com deficiência.
Tel: (81) 3426-5606 - www.neoplanos.com.br

Colégio Marista São Luís
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência mediante avaliação da coordenação pedagógica.
Tel: (81) 4009-5355 - saoluis.marista.com.br

RIO DE JANEIRO

Centro Educacional Anysio Teixeira
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência.
Tel: (21) 2556-2999 - www.ceat.org.br

Colégio Andrews
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência mediante avaliação pedagógica.
Tel: (21) 2539-1022 - www.andrews.g12.br

Colégio Cruzeiro
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência mediante avaliação da coordenação pedagógica.
Tel: (21) 3221-5000 - www.colegiocruzeiro.com.br

Colégio Santo Inácio
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência mediante avaliação da coordenação pedagógica.
Tel: (21) 2537-8646 - www.santoinacio-rio.com.br

Colégio de São Bento
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência mediante avaliação da coordenação pedagógica.
Tel: (21) 2206-8254 - www.csbrj.org.br

Colégio São Vicente de Paulo
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência.
Tel:(21) 3235-2900 - www.csvp.g12.br

Escola Dinâmica Ensino Moderno
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência mediante avaliação da coordenação pedagógica.
Tel:(21) 2553-5443 - www.edem.g12.br

Liceu Franco-Brasileiro
Não possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência mediante avaliação da coordenação pedagógica.
Tel: (21) 2557-4198 - www.liceufranco.com.br

SÃO PAULO

Colégio Marista Arquidiocesano
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência mediante avaliação da coordenação pedagógica.
Tel: (11) 5081-8444 - www.marista.org.br/index.cfm?unecod=2

Colégio Objetivo
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência.
São 12 unidades na capital. Atua em escolas conveniadas em mais 450 municípios. Confira os telefones em: www.objetivo.br

Colégio Palmares
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência.
Tel: (11) 3813-3900 - www.colegiopalmares.com.br

Colégio Rio Branco
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência mediante avaliação da coordenação pedagógica.
Tel: (11) 3829-2913 - www.crb.g12.br

Colégio Santa Cruz
Procurada pela reportagem, a direção disse preferir não se pronunciar oficialmente.
Tel:(11) 3024-5199 - www.santacruz.g12.br

Escola Experimental Pueri Domus
Possui alunos com deficiência. Aceita matrícula de alunos com deficiência.
São 6 unidades, confira os telefones em: www.pueridomus.br

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